Visando ampliar a oferta de atendimento no Vetor Sul, a Unimed-BH iniciará as atividades do…
Cuidado inteligente em Saúde Mental
A saúde mental tornou-se um dos maiores desafios de saúde pública e privada da atualidade. Por isso, durante o Setembro Amarelo, mês da campanha nacional de valorização da vida, a Unimed-BH compartilhou informações importantes sobre a experiência inovadora desenvolvida pela Cooperativa para ampliar o acesso e o apoio ao cuidado com a saúde mental dos clientes.
A iniciativa da Saúde Digital Unimed-BH consiste em uma jornada digital de cuidado em saúde mental baseada na coordenação assistencial, organizando o percurso do cliente desde a identificação inicial dos sintomas até o acompanhamento clínico. A proposta é ampliar o acesso aos serviços especializados sem perder de vista a qualidade, a segurança e a resolutividade do cuidado.
A jornada integra recursos digitais e acompanhamento clínico contínuo, incluindo teleconsultas, teleinterconsultas entre profissionais, telemonitoramento multiprofissional e seguimento estruturado após as consultas. O resultado é uma assistência ainda mais coordenada, ágil e centrada no paciente.
Desde a implantação, o modelo assistencial já contabilizou cerca de 65 mil triagens e mais de 50 mil consultas realizadas. O acompanhamento permitiu que 54% dos pacientes fossem atendidos pela Atenção Primária, enquanto 46% foram direcionados para a psiquiatria, promovendo melhor utilização dos recursos especializados e reduzindo gargalos assistenciais.
A solução vem contribuindo para uma melhor experiência do cliente, reduzindo problemas de acesso e refletindo ganhos importantes em satisfação. O NPS – Net Promoter Score do serviço é superior a 90 pontos, o que reflete a percepção positiva dos usuários.
Para especialistas em gestão da saúde, iniciativas como essa se alinham às recomendações internacionais da OMS e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que defendem a ampliação do acesso aos cuidados em saúde mental, o uso de tecnologias digitais e o fortalecimento de modelos preventivos.
A experiência da Unimed-BH demonstra que tecnologia, inteligência assistencial e coordenação do cuidado podem atuar de forma integrada para transformar dados em decisões clínicas mais assertivas, ampliar o acesso à assistência especializada e gerar valor para pacientes, profissionais e sistemas de saúde. Para além da inovação digital, trata-se de um modelo de assistência que responde a uma das principais demandas da saúde contemporânea: oferecer atendimento mental de forma oportuna, sustentável e baseada em evidências.
Gostou da iniciativa? Saiba como utilizar o serviço
A jornada de cuidado com a saúde mental na Unimed-BH tem início em poucos cliques, de forma prática e segura, pelo Aplicativo do Cliente.
Basta acessar o serviço “Saúde Mental” na ferramenta que o cliente é direcionado para um questionário simples sobre como ele está se sentindo, dando início ao percurso assistencial mais indicado para as suas necessidades. Veja como é simples:

Sinais de alerta e orientações importantes
Como parte das ações do Setembro Amarelo, durante o mês os canais digitais da Unimed-BH abordaram conteúdos sobre a importância dos cuidados com a saúde mental. Os materiais apresentam os sinais de alerta que devem ser observados e incentivam a busca por ajuda profissional, com orientação para contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV).
Também temos conteúdos sobre o tema disponíveis no Viver Bem. Acesse, nas páginas a seguir:
- Setembro amarelo: a importância do cuidado com a depressão e da prevenção ao suicídio
- Você sabe cuidar da saúde mental? 5 dicas para mantê-la em dia
Por que a Saúde Mental merece estar no centro das atenções?
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas convivem com algum transtorno mental no mundo, sendo a ansiedade e a depressão as condições mais prevalentes. Além dos impactos na qualidade de vida, esses transtornos também geram reflexos econômicos significativos, com perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano em produtividade global.
No Brasil, o tema ganhou ainda mais evidência com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança reforça a responsabilidade das organizações na identificação, avaliação e mitigação de fatores que possam contribuir para o adoecimento mental dos trabalhadores, como sobrecarga, pressão excessiva, assédio e falhas organizacionais.
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