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Máscaras caseiras – orientações sobre uso e higienização

 Com a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção individual, a Unimed-BH ouviu um especialista para tirar dúvidas sobre a utilização e higienização

O uso de máscara de proteção individual se tornou obrigatório em vários municípios do território nacional. Em Belo Horizonte, por exemplo, o uso das máscaras em locais públicos já é obrigatório desde o dia 22 de abril. A Organização Mundial de Saúde afirma que ainda não há evidência científica sobre o impacto do uso das máscaras caseiras (feitas de tecido), mas é possível que seu uso possa contribuir para redução da transmissão do vírus. A entidade alerta ainda que as máscaras cirúrgicas só devem ser usadas para os profissionais de saúde.   
 
A OMS, assim como outros órgãos como o Ministério da Saúde, reforça que ao fazer o uso das máscaras caseiras é necessário seguir algumas regras para evitar a contaminação. “A máscara é uma alternativa mais acessível para a população e, aliada a outras medidas simples de proteção, como lavar bem as mãos com água e sabão, torna-se efetiva para a redução das chances de contágio pelo vírus”, declara o infectologista cooperado da Unimed-BH, Adelino Melo Freire Júnior. 

“A máscara caseira é uma alternativa mais acessível para a população e, aliada a outras medidas simples de proteção, como lavar bem as mãos com água e sabão, pode se tornar efetiva para a redução das chances de contágio pelo vírus”, explica o infectologista cooperado da Unimed-BH, Adelino de Melo Freire Jr.

O especialista reforça ainda que a máscara é de uso individual e não deve ser compartilhada com outras pessoas, além disso, sempre que estiver em local público é importante manter o distanciamento de pelo menos um metro e meio entre as pessoas.

 
O infectologista Adelino de Melo Freire Jr esclarece algumas dúvidas frequentes sobre o uso da máscara caseira. Confira:
 
:: Como as máscaras de proteção caseiras são efetivas na redução das chances de contágio pelo vírus?
A máscara funciona como uma barreira, diminuindo a quantidade e o alcance das gotículas que expelimos no ambiente durante nossa fala ou quando tossimos e espirramos. Essas gotículas podem transmitir o vírus, mesmo na fase em que a pessoa não apresenta os sintomas da doença. Com a reduçao da quantidade e do alcance dessas gotículas no ambiente espera-se uma redução da capacidade de transmissão do vírus.
 
:: Quem deve utilizar essas máscaras?

No início da pandemia, a recomendação era que apenas as pessoas com sintomas utilizassem a máscara. Hoje essa orientação mudou; todos devem adotar o uso dessa proteção. A mudança ocorreu após trabalhos mostrarem que o indivíduo pode estar infectado e transmitir o vírus ainda sem manifestação dos sintomas, aumentando a possibilidade de transmissão da doença. Por isso, a recomendação é que todas as pessoas utilizem as máscaras como um método de proteção coletiva, assumindo a possibilidade de já ser portador do vírus e ainda não apresentar sintomas. 
 
:: O vírus pode sobreviver na superfície do tecido da máscara?
Sim, o vírus possui capacidade de sobreviver nessa superfície, assim, é fundamental não compartilhar a máscara com outras pessoas, não tocar na região filtrante, se possível, substituí-la a cada duas horas e lavá-la após o uso.
 
:: Como higienizar corretamente a máscara?
É necessário deixar a máscara imersa em uma solução com água e hipoclorito de sódio ou água sanitária por cerca de 30 minutos. Depois basta lavá-la com água e sabão, enxaguá-la em água corrente e deixar secar. Lembrando que, após esse processo, é recomendado que você também lave as suas mãos com água e sabão. 
 

Informe-se mais sobre o assunto!

:: Leia aqui o conteúdo divulgado pelo Ministério da Saúde 
Máscaras caseiras podem ajudar na prevenção contra o novo coronavírus

:: Leia também o documento divulgado pela Organização Mundial de Saúde
Orientação sobre uso de máscaras no contexto da Covid-19

A Unimed-BH tem incentivado o uso de máscaras caseiras em seus canais de comunicação, como uma forma de prevenção para conter a transmissão do vírus. A Cooperativa, por meio das suas redes sociais e canais de comunicação interna, tem informado aos clientes sobre a forma correta de utilização e dando dicas sobre a higienização. A Cooperativa reforça ainda que é importante estar atento às informações sobre o uso correto para orientar os pacientes.

 

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