Belo Horizonte, 19 de dezembro de 2014 Circ. GRSS 09/2014 Aos Hospitais e Clínicas da Rede…
Médicos e outros profissionais de saúde devem ficar alertas aos casos de dengue e febre do Chikungunya no início de 2015
O corpo clínico da sua unidade assistencial está preparado para o atendimento aos casos suspeitos de dengue e febre do Chikungunya esperados para o início de 2015? Com a confirmação da circulação do vírus da febre do Chikungunya no Brasil, o combate aos mosquitos do gênero Aedes deve ser dobrado nos próximos meses, pois eles podem transmitir, além da dengue, a febre do Chikungunya. Esta última tem sintomas parecidos com os da dengue, porém, com dores mais intensas nas articulações, podendo assim permanecer por meses ou até mesmo anos.
Minas Gerais possui ambos os mosquitos transmissores da doença em mais de 80% dos seus municípios, por isso, o alerta já foi dado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), convocando a população a participar do combate aos mosquitos.
A Unimed-BH reforça esse alerta e, para isso, oferece ao corpo clínico da rede assistencial Atualizações Técnicas elaboradas por médicos especialistas nas doenças e que trazem as orientações para atendimento de casos suspeitos. Os documentos têm como fonte as diretrizes da SES-MG, do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
Clique aqui para acessar a Atualização Técnica sobre a Febre do Chikungunya.
Para acessar a Atualização Técnica da Dengue, clique aqui.
Ministro da saúde faz alerta. Em entrevista coletiva no início deste mês, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, fez alerta para os meses de verão que vêm pela frente. “O perigo aumentou. Agora nós temos uma preocupação dupla, não só com a dengue, mas com a febre Chikungunya, porém, o mosquito é o mesmo. A ação de prevenção que o ministério, os estados e as prefeituras estão fazendo é a mesma e precisa do apoio para valer da população brasileira”, disse.
Com relação à Febre do Chikungunya, Chioro disse que não se pode misturar o enfrentamento das duas doenças, apesar de terem em comum o fato de serem transmitidas pelo mesmo mosquito. “A diferença é que a dengue tem uma chance muito maior de produzir casos graves e óbitos, e a febre do Chikungunya praticamente não produz óbitos. Entretanto, as dores articulares, nas juntas, podem durar semanas, até três meses, e em alguns casos, anos”, explicou o ministro.
Saiba mais sobre a febre do Chikungunya. A febre do Chikungunya é uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus chikungunya, que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Os primeiros sintomas são febre alta (acima de 39 graus), dores intensas nas articulações, dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele, náuseas e vômito.
Os grupos mais vulneráveis são idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. Apesar disso, qualquer pessoa pode contrair a doença, independentemente da idade ou sexo. É importante ressaltar que 20 a 50% das pessoas que tiveram a doença podem apresentar dores articulares até depois de um ano.
Fonte: Portal Brasil (www.brasil.gov.br)
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Médicos e outros profissionais de saúde devem ficar alertas aos casos de dengue e febre do Chikungunya no início de 2015

